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Surdez súbita: Quais testes auditivos são realizados?

A surdez súbita surge de forma inesperada e provoca uma mudança rápida na percepção sonora. Em pouco tempo, a audição pode ser comprometida de maneira significativa, geralmente em apenas um ouvido, acompanhada de sinais como zumbido contínuo, sensação de ouvido fechado e, em alguns casos, alteração do equilíbrio. 

É uma condição que exige atenção imediata, já que a precisão e o momento da avaliação influenciam diretamente a condução do caso.

Neste artigo, confira os principais pontos sobre a surdez súbita, os testes auditivos utilizados no diagnóstico, respostas às dúvidas mais comuns e as soluções da Vibrasom Audiologia para o diagnóstico e acompanhamento auditivo.

Boa leitura!

Como a surdez súbita se manifesta?

Clinicamente, a surdez súbita é identificada quando ocorre uma perda auditiva neurossensorial significativa, geralmente a partir de 30 dB, atingindo três ou mais frequências próximas entre si, com início rápido, em um período que não ultrapassa 72 horas. Mesmo quando não há uma causa claramente definida, a avaliação audiológica aprofundada é indispensável para excluir possíveis fatores de origem vascular, infecciosa, autoimune ou metabólica.

O impacto dessa condição é sentido de forma imediata. A comunicação se torna mais difícil, surgem insegurança e apreensão, e a rotina é rapidamente afetada. 

Para o profissional da audiologia, essa situação exige agilidade e rigor técnico, com a realização de exames confiáveis, reproduzíveis e conduzidos com equipamentos devidamente calibrados, em um ambiente que ofereça controle, estabilidade e condições adequadas para a avaliação.

Qual é o papel dos testes auditivos no processo de diagnóstico?

Os testes auditivos ajudam a identificar o tipo e a intensidade da perda, acompanhar a evolução do paciente e garantir que o diagnóstico seja preciso, especialmente em casos de surdez súbita. Para obter resultados confiáveis, é de extrema importância contar com equipamentos de qualidade e um ambiente adequado. Entre os recursos mais utilizados estão o audiômetro AVS-500, o audiômetro AVS-800 e cabines audiométricas bem estruturadas.

Confira os principais testes auditivos realizados na surdez súbita

Quando a surdez súbita se manifesta, é fundamental realizar uma avaliação auditiva rápida e precisa, capaz de identificar não apenas a presença da perda, mas também sua intensidade, origem e impacto na percepção sonora. Diferentes testes permitem acompanhar o quadro de forma eficaz e orientar o tratamento:

  • Audiometria tonal liminar: Exame principal para determinar o grau e o padrão da perda auditiva, geralmente neurossensorial; confiabilidade depende de audiômetros precisos (AVS-500 e AVS-800) e cabines bem isoladas e ventiladas;
  • Audiometria vocal: Analisa a percepção e compreensão da fala, revelando possíveis discrepâncias em relação à audiometria tonal;
  • Imitanciometria: identifica ou descarta alterações da orelha média que possam interferir no diagnóstico;
  • Emissões otoacústicas (EOA): Avalia a função das células ciliadas externas; a ausência de respostas pode indicar comprometimento coclear, embora isso varie conforme a gravidade e a extensão da perda auditiva.
  • Potenciais evocados auditivos: Utilizados em casos específicos para analisar a integridade das vias auditivas centrais, especialmente quando há sintomas neurológicos.

Leia também:

10 perguntas frequentes sobre surdez súbita e testes auditivos

1. A audiometria sozinha é suficiente para diagnosticar surdez súbita?


A audiometria é fundamental, mas costuma ser parte de um conjunto de exames que ajudam a compreender melhor a perda auditiva e sua origem.

2. Quanto tempo após o início dos sintomas o teste auditivo deve ser realizado?


O exame deve ser feito o quanto antes, de preferência nas primeiras 24 a 72 horas, para otimizar o diagnóstico e o tratamento.

3. É preciso repetir os testes auditivos?


Sim. Repetir os exames permite acompanhar mudanças na audição e avaliar a eficácia do tratamento ao longo do tempo.

4. O ambiente da cabine audiométrica interfere nos resultados?


Com certeza. Cabines com bom isolamento acústico e ventilação adequada ajudam a garantir exames mais precisos e confiáveis.

5. Emissões otoacústicas (EOA) sempre estão ausentes em casos de surdez súbita?


Na maioria dos casos neurossensoriais, sim, mas isso pode variar dependendo da gravidade e da extensão da perda auditiva.

6. A imitanciometria é indispensável nesse tipo de quadro?


Ela não é obrigatória, mas é muito útil para descartar alterações na orelha média que poderiam confundir o diagnóstico.

7. O desconforto térmico pode afetar o exame?


Sim. Temperaturas inadequadas podem diminuir a atenção e a colaboração do paciente, prejudicando a precisão dos limiares obtidos.

8. Os audiômetros precisam ser calibrados regularmente?


Sim. A calibração frequente é essencial para garantir que os resultados dos exames sejam precisos e confiáveis.

9. Softwares de controle audiométrico realmente ajudam no acompanhamento?


Sim, eles organizam os dados, facilitam comparações entre exames e tornam a gestão clínica mais eficiente.

10. É possível diagnosticar surdez súbita fora de um ambiente hospitalar?


Sim, desde que o profissional conte com equipamentos adequados, um ambiente apropriado e siga protocolos clínicos rigorosos.

Como a tecnologia pode melhorar os exames de surdez súbita?

Para clínicas e consultórios que atendem pacientes com suspeita de surdez súbita, investir em tecnologia vai além de uma decisão comercial: é uma escolha estratégica para a prática clínica. Audiômetros modernos, cabines audiométricas bem projetadas e sistemas digitais de controle tornam os exames mais precisos, aumentam o conforto do paciente e tornam a rotina do profissional mais eficiente e segura.

Conte com a Vibrasom Audiologia!

A Vibrasom Audiologia oferece soluções completas para profissionais que atuam com diagnóstico e acompanhamento auditivo, incluindo:

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