Porta Acustica Linha Especial

A porta acústica Linha Especial é uma barreira para o som de um local a outro. Essa linha de Portas anti são projetadas para grandes acessos tipo cenários, veículos, equipamentos de grande porte etc, evitando a entrada de nível sonoro que possa interferir na atividade exercida.

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Descrição


Porta Acústica Industrial é uma linha de portas desenvolvidas para grandes acessos tipo cenários, veículos, equipamentos de grande porte etc.
Podem ser fornecidas com bandeira removível ou bipartidas com folha simples ou dupla com tamanhos que podem chegar a 10.000mm de largura e 9.000mm de altura de vão luz no sistema pivotante ou ate maiores se for com sistema de correr.
Seu fornecimento requer um estudo detalhado das estruturas de sustentação e sua instalação é obrigatoriamente feita por equipe da Vibrasom.
O mercado cada vez mais exigente exige alta performance nos projetos de isolamento acústico e tratamento acústico para Indústrias e Construção civil.
O ambiente industrial pode apresentar um excesso de ruído muito prejudicial.
Nas indústrias, apenas a absorção acústica pode não ser suficiente devido à grande quantidade de ruído emitida pelas máquinas e que atingem diretamente o operador. De uma forma geral, o tratamento acústico correto para as indústrias visa diminuir os ruídos prejudiciais do ambiente. As principais formas de obter a redução de ruídos em indústrias é através de:

     - Enclausuramento total ou parcial das máquinas;
     - Uso de silenciadores;
     - Equipamentos de segurança acústica para os trabalhadores.

A melhor solução para o tratamento acústico em indústrias é enclausurar através de cabinas acústicas, as máquinas com ruído excessivo. A utilização de cabines acústicas para  reduzir o ruído excessivo em indústrias deve levar em conta, além da redução do ruído, a ventilação apropriada e facilidade de manutenção.
As cabines acústicas são elaboradas através de projeto, visando a máxima eficiência e o menor custo e podem ser usadas em qualquer máquina, como compressores, prensas, exaustores e geradores de eletricidade.
Em alguns casos, o ruído se propaga por tubulações, como é o caso dos escapamentos nos geradores de eletricidade.
Em situações como essa, um bom tratamento acústico para indústria deverá incluir também a instalação de um atenuador de ruído na extremidade das tubulações para a devida isolação acústica.
Todas as nossas portas acústicas podem ser instaladas em qualquer estrutura. Se a estrutura for de drywall, precisará de tubos de Metalon como reforço junto aos batentes.

Para isolamento acustico de outros setores industriais, veja tambem:

- Atenuadores de Ruidos
- Barreia Acustica
- Cabines Industriais


Informações


Esta escala de níveis sonoros (em dB) classifica os sons ambientais em 4 categorias:

- Até aos 80 dB (verde), não há qualquer risco para o ouvido, qualquer que seja o tempo de exposição;
- de 80 a 90 dB  aproxima-nos da zona nociva, mas os riscos limitam-se a exposições de muito longa duração;
- de 90 a 115 db, o ouvido está em risco: Quanto mais forte o som, menor o tempo de exposição é necessário para provocar lesão;
- acima de 115 dB, os ruídos impulsivos provocam imediatamente lesões irreversíveis.

A poluição sonora é composta pela quantidade excessiva de ruídos, de modo a causar danos à audição. Ela acontece quando o limite de decibéis considerado seguro é superado — e, a partir de então, o sentido pode ser prejudicado.
É muito comum em grandes centros urbanos, como por conta do tráfego ou de obras. Também ocorre nos ambientes de trabalho e, por isso, é um problema que demanda cada vez mais atenção.
Para não ter dúvidas sobre a questão, veja quais são os decibéis que caracterizam a poluição sonora e entenda melhor as situações críticas que podem advir daí.

Como é a caracterização dessa ocorrência?

Os decibéis indicam quão alto é um ruído, além de apontar o potencial de dano. No entanto, não são os únicos elementos que definem o cenário. A poluição sonora também é avaliada de acordo com outros fatores. Na sequência, veja quais são os aspectos de classificação e entenda melhor a situação.

Qualidade do som

Dependendo do nível, o som é classificado de alguns modos. O muito baixo é aquele quase imperceptível e seguido por opções como baixo e moderado. O alto e muito alto indicam algum nível de incômodo e fadiga. Já o volume ensurdecedor é a qualidade mais alta e pode ser, até mesmo, dolorosa.

Tipo de ruído

Na poluição sonora, também é possível associar a qualidade do som ao tipo de ruído. A queda de folhas é considerada baixa. Já a conversação normal fica em um nível moderado. A versão ensurdecedora está ligada a motores de grande potência, como os de aviões.

Decibéis

Como visto, o volume é medido por meio dos decibéis. Quanto maior ele for, maiores serão os danos causados. A exposição a um ruído que seja muito alto e de forma prolongada gera perdas severas, por exemplo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível indicado é de 50 dB, no máximo. Acima disso, é possível já sofrer com perdas. Como certos equipamentos de construção podem gerar até 100 dB, é preciso ficar atento ao limite para evitar problemas futuros.

Quais são os impactos da poluição sonora?

A exposição a níveis maiores de decibéis causa, naturalmente, prejuízos para a audição. A poluição sonora tem potencial para gerar perda auditiva progressiva e mesmo criar condições incapacitantes.
O que pouca gente sabe é que ela leva a outros impactos no corpo. A seguir, veja quais são os principais.

Aumento do nível de estresse

Com o nível excessivo de ruídos, o corpo permanece em estado de alerta e não consegue relaxar. É algo que diminui a capacidade de se concentrar e prejudica, por exemplo, a produtividade no trabalho.
O corpo também começa a reagir e eleva o nível de cortisona. Isso faz com que o organismo fique em constante estresse, o que pode desencadear ansiedade e até alterações no apetite e no metabolismo. Na prática, amplia os riscos da obesidade.

Propensão a depressão

Como mexe com a química e com o funcionamento do cérebro, a exposição a elevados decibéis causa quadros psicológicos. De acordo com pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, é algo que aumenta em até 200% o risco de problemas como depressão e ansiedade.

Elevação do cansaço

Segundo uma pesquisa do Instituto Nacional da Vida no Trabalho, na Suécia, profissionais expostos a grandes ruídos no espaço laboral sentem mais dor de cabeça e fadiga. Isso prejudica o rendimento e o bem-estar.
Também é difícil pegar no sono em ambientes ruidosos, além de ele não ser tão reparador. Assim, há sensação de cansaço.

Aumento do risco cardíaco

O sistema cardiovascular é outra área que sofre com a poluição sonora. A exposição crônica pode levar a inflamações nas artérias, o que aumenta os riscos de um derrame ou infarto. O estresse elevado, a falta de sono e a obesidade também são fatores secundários capazes de ampliar o risco nesse sentido.
A poluição sonora é um quadro capaz de causar sérias consequências, então é importante respeitar o limite de decibéis. Com os devidos cuidados, a vida na cidade ou no trabalho fica mais fácil e a saúde, protegida.
A perturbação do sossego está entre os principais motivos de conflito entre vizinhos. É muito incômodo ter que suportar os ruídos da vizinhança, como o recorrente ressoar dos saltos altos ou gritaria de um vizinho festeiro. Porém, não só os ruídos e vibrações causados diretamente pelo ser humano é que causam problema. Os sons associados ao uso de máquinas e equipamentos podem vir a ser um grande problema acústico em edificações residenciais e comerciais.

Como tratar ?

A primeira etapa trata-se de verificar se os níveis sonoros estão acima dos limites permitidos por lei.  A avaliação do ruído ambiental no Brasil é realizada conforme recomendações e critérios de legislação em nível federal, estadual e municipal, prevalecendo a mais restritiva.
Os níveis sonoros para o ruído aéreo máximo também devem respeitar os limites para ambientes internos, em função de sua finalidade de uso, determinados pela NBR 10152. Caso os níveis sonoros medidos estejam acima do permitido, é necessário que o emissor (seja ele pessoa física ou jurídica) reveja o plano de operação das máquinas ou mesmo recorra a soluções técnicas como intervenções físicas no espaço para adequação acustica seja em pequenas instalações domésticas ou grandes projetos industriais.

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